Comentarios do Primeiro episodio do Aprendiz 5

Antes de comentar sobre o segundo episódio do Aprendiz 5 – O Sócio, gostaria de responder aos comentários feitos no post Primeiro Episódio do Aprendiz 5.
A Fabíola me fez uma pergunta sobre a sala de reunião. Como já comentei antes, uma palavra que você usa lá naquele momento de pressão pode ser usada para te demitir. Isso ocorreu com a Leny quando disse que era observadora e ocorreu comigo quando usei a palavra “bastidores”.
Já disse para vocês que a sala de reunião é muito editada, já que dura em média duas horas. Muitas vezes o contexto não é entendido como deve ser. No meu caso, a sala de reunião ficou quase que o tempo todo voltada para mim, já que eu era a líder da tarefa perdida.
Neste dia, o Justus estava me contestando de todas as formas, e dizia que uma pessoa com o meu jeito aparentemente frágil não poderia ser sócia ao lado dele. Então nessa hora, como uma forma de responder que já que assim não servia, que ele poderia me aproveitar como uma pessoa organizacional. Isso é feito em muitas sociedades. Existe um sócio comercial, que negocia e aparece mais, e um outro que atua internamente organizando e administrando. Isso é muito normal, mas como estamos em um show, um programa de tv, se a pessoa deu margem já era. No dia foi isso que fiz, mas realmente não tinha saída.
Com relação à pergunta do Patrick Gleber, acho sim muito importante a equipe vencedora poder assistir a sala de reunião. Isso era uma coisa que pedíamos muito para a produção e para o Justus, já que é uma vantagem competitiva conhecer o que é falado naquele momento. O próprio Roberto Justus comentava isso. Ele dizia que quem perdia e voltava para o Hilton tinha uma vantagem sobre quem ganhava, já que sabia o modo como ele avaliava as tarefas, os erros e também os acertos.
Agora vamos para o segundo capítulo!

Abraços!!!!

Luisa Gontijo

mai 11th, 2008 | Filed under aprendiz 5
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Primeiro episodio do Aprendiz 5 – O Socio

Em cada Aprendiz, o Justus viaja para uma parte do mundo que tenha importância histórica ou no mundo dos negócios. Desta vez o lugar escolhido foi à Grécia, berço da civilização.
O primeiro encontro dos aprendizes com Justus e Walter Longo foi no Ginásio do Ibirapuera, onde ocorreu o sorteio dos grupos e indicação de líderes. Estavam formadas as equipes que vão duelar por vitórias e reconhecimento: Masters e Foccos. Dessa vez, ao contrário do Aprendiz 4 – O Sócio, o nome foi imposto aos grupos. No nosso caso, nós escolhemos e a equipe da Y&R trabalhou posteriormente na marca e logotipo. Neste momento, O Roberto jogou literalmente um patinho de borracha para cada líder.
A primeira tarefa foi bem interessante. A corrida de patos de borracha é um evento realizado em várias partes do mundo, como El Salvador, Singapura e França. A prova que parecia a princípio brincadeira de criança se revelou num complicado evento beneficente.
Admiro a coragem do Daniel Nicolini, líder da Foccos e do Ricardo Moreira, líder da Masters. Antes de qualquer coisa são pessoas de coragem e iniciativa em assumir a liderança na primeira tarefa sem conhecer o trabalho e a personalidade de cada um.
Falando por experiência própria, a primeira tarefa é sempre uma das mais difíceis. Até que a gente se acostuma com aquele ambiente de competição, confinamento e trabalho incansável é complicado.
Em minha opinião, o trabalho de nenhuma das equipes fluiu como deveria. Apesar de todos os agravantes da primeira prova, ficou faltando sinergia entre os participantes, como o Arrius comentou no post Estréia do Aprendiz 5.
Quando as pessoas não se conhecem e têm que trabalhar juntas o que é mais recomendado? Conversar antes, claro! Tentar conhecer, mesmo que superficialmente, como extrair o melhor de cada um e saber trabalhar defeitos. Todos foram muito afobados e tentaram se destacar individualmente de forma exagerada. Aí ficou difícil para os líderes que não conheciam ninguém acalmar os ânimos e fazer com que cada um trabalhasse como deveria.
Não creio que a seleção tenha falhado não, como foi comentado, acho que como todos são competentes, têm personalidade forte e espírito empreendedor, acabaram se chocando e não conseguindo trabalhar bem em grupo. O que acaba sendo uma contradição porque líderes natos devem saber não só trabalhar como conduzir pessoas. Esses aprendizes vão ter muito que aprender ainda…Vamos ver se isso melhora nas próximas tarefas.
Outro ponto importante para se destacar é o fato de alguns acharem que contestar o líder é ponto positivo sempre, como fizeram a Fernanda e o Danilo. Nas edições anteriores, inclusive no Aprendiz 4, vi muito isso e essa atitude sempre foi encorajada pelo Justus. Se a contestação for sensata, tudo bem. Mas se for só para ser do contra e se destacar não vale. No Aprendiz 4, sempre tentei conversar primeiro com o líder quando não concordava com algo ao invés de já chegar exaltada discutindo e falando dele pro grupo, influenciando todos. Esse é um ponto que eles vão ter que prestar atenção.
Posso dizer pra vocês que fazer um evento em três dias é muito difícil, principalmente se você não tem experiência nisso. No Aprendiz 4 foi a prova da feira, também feita em três dias com uma verba muito restrita.
Mesmo assim, o desempenho foi baixo como um todo. Se eles tivessem prestado atenção nos outros programas, teriam percebido que o Justus avalia muito o planejamento, organização, elaboração de materiais de boa qualidade e eventos com boa aparência.
Eles praticamente repetiram os mesmos erros que cometemos na primeira tarefa: pensar pequeno e fazer material de divulgação de baixa qualidade.
O que pesou na decisão da vitória da equipe Foccos não foi só o valor arrecadado, mas principalmente os erros da Masters. Na verdade não houve mérito, apenas uma foi ressaltada pelos erros da outra, uma foi “menos pior” que a outra como disse o Justus. Aliás, ouvimos essa frase na sexta tarefa, a do Terra, hehehe.
Recompensa em Angra, que delícia…Deu saudade das viagens rápidas e repentinas, uma loucura.
Com relação à sala de reunião, mais uma vez o Walter Longo roubou a cena com seus comentários. Na minha época, algumas vezes nós não agüentávamos e ríamos dele, hilário. Aliás, foi o próprio que causou uma crise de riso no Justus na seleção do Aprendiz 4.
Ressaltados os erros cometidos, nenhuma novidade, mesmos tipos de erros de sempre: falta de check list de detalhes, como a falta da barreira de contenção e dois vencedores na corrida, premiação sem sentido de um fim de semana num hotel na mesma cidade e produção de material inadequado (banner de divulgação e folhetos), entre outros.
No início, é fácil jogar toda a culpa no líder como o grupo fez. Demonstra acomodação, pois na hora ninguém fala, deixa pra detonar na sala de reunião. Se fala na hora, cria polêmica sem necessidade. Eles não têm essa medida ainda.
A Leny foi apontada pela maioria como a mais apagada, mas durante a tarefa ninguém deu esse feedback a ela. Ta certo que é um jogo, mas se isso influi no resultado final, porque não falaram antes? Mais uma prova de que eles estão se preocupando com o desempenho individual num momento que deveriam dar prioridade para os resultados e garantir a sobrevivência no jogo.
Conheço o comportamento do Justus na sala de reunião. Ele sempre admira o líder que pega as rédeas na primeira tarefa, por mais que o desempenho não tenha sido o esperado. Com certeza ele não ia demitir o Ricardo. A Fernanda também não, porque ele gosta de pessoas contestadoras, que aparecem num primeiro momento nem que seja errando. Por isso sobrou para a Leny, que ainda ajudou na demissão dizendo que o fato de ser observadora era uma qualidade que ela podia atribuir na sociedade.
Aquele momento é muito difícil, sei perfeitamente o que ela estava passando, comigo foi semelhante quando disse a palavra “bastidores”.
A demissão precoce não quer dizer falta de jogo de cintura e nem de competência. O Aprendiz é um jogo, simplesmente. Um grupo ganha, outro perde, alguém tem que sair. Mas todos têm o mérito de estar lá!

Falou gente, até o próximo post!

Luisa Gontijo

mai 7th, 2008 | Filed under aprendiz 5
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Formato do Aprendiz 5 – O Socio

Finalmente começou o Aprendiz 5. Ontem todos nós, fãs do programa, ficamos ansiosos esperando o primeiro episódio. Uma meia hora antes, assisti uma entrevista do Roberto Justus sobre a estréia.
Ele ressaltou que a seleção desta vez foi mais rígida e que o nível das tarefas também seria mais difícil.
Bom, apesar de ontem ter sido mostrada a primeira demissão, neste momento já saíram sete pessoas. Os aprendizes já estão confinados desde o meio do mês de março e dentre outras, já passaram pela prova do quiz e uma prova difícil de resistência e lógica com o apoio do exército.
Desta vez não houve enfoque na seleção, já que não teve análise de projetos. A seleção foi realizada pela Sebrae, utilizando o modelo do Empretec. Dentre as avaliações, os candidatos tiveram que administrar uma empresa virtual por um mês.
Um diferencial dessa edição foi mostrar os candidatos saindo de casa, coisa que não aconteceu conosco. Achei interessante mostrar a vida de cada, as expectativas e a família. Isso humaniza um pouco o processo.
Outro diferencial foi o fato do nome dos grupos ser estabelecido pelo programa. É a primeira vez que isso acontece. No caso do Aprendiz 4, tivemos somente 1 hr para escolher o nome, como se fosse uma tarefa.
Mais uma vez temos um conselheiro do Sebrae para acompanhar as provas.
Um detalhe também é que a música de abertura, o tradicional For the Love of Money, foi remixado num formato mais moderno.
A novidade que mais gostei foi o fato dos vencedores poderem assistir a sala de reunião. Todos nós pedimos muito por isso e finalmente nossas preces foram ouvidas, mesmo que tardias, rsrsrs. O Aprendiz Mobile e o portal de vez também são pontos a favor, parabéns para a produção. Aliás, a produção merece muitos parabéns já que trabalham incansavelmente durante vários meses, abrindo mão de suas próprias vidas.
Pelo menos nesse primeiro episódio não achei o Justus mais rígido como ele disse que seria, talvez isso venha a acontecer ao longo das tarefas.
Vamos esperar agora para ver mais novidades ao longo dos próximos capítulos!

Abraços!!

Luisa Gontijo

mai 7th, 2008 | Filed under aprendiz 5
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Estréia do Aprendiz 5

Hoje começa mais uma temporada do Aprendiz. Posso adiantar pra vocês que dessa vez o Roberto Justus será muito mais rígido. No Aprendiz 4 – O Sócio, ele recebeu algumas críticas de que estaria muito bonzinho. Posso afirmar que isso não era verdade, pois ele foi muito exigente no Aprendiz 4, já que foi o primeiro programa com formato de sócio e todos os candidatos possuíam perfil empreendedor e personalidade forte.
Os candidatos são excelentes. Vou comentar sobre cada um com vocês durante o programa.
As tarefas também estão com grau de dificuldade maior, exigindo desde rapidez de raciocínio até força física. Inclusive o Justus quer repetir aquela prova de Santos, onde os candidatos ficaram soltos pela cidade sem dinheiro algum e disfarçados. Porém, desta vez ele quer que a prova seja fora do Brasil para aumentar o grau de dificuldade. Nossa, coitados!
Desta vez teremos a equipe Masters e a Foccos. Nos resta agora acompanhar e eleger um candidato favorito!!

Luisa Gontijo

mai 6th, 2008 | Filed under aprendiz 5
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Etapa final do Aprendiz 4 – ultima parte

Para finalizar a etapa de seleção do Aprendiz 4 – O Sócio, fomos chamados de volta para o estúdio. Agora já estava decidido, não havia mais o que fazer.
Sentamos de volta aos nossos lugares e escutamos aquele velho discurso de que o importante é competir e que todos que estavam lá já eram vencedores. O que era verdade, pois não foi fácil chegar até lá.
De repente começou a chamada dos escolhidos. Foram descendo um a um com aplausos, até que o Roberto Justus disse: agora vamos chamar mais uma mulher, é a Luisa Gontijo! Nem acreditei, apesar de ter me saído bem na seleção, não achava que ele ia me chamar. Então eu levantei de modo desastrado como sempre, tropecei na escada e fui até o Justus.
Ele fez uma breve descrição da minha profissão, idade e do meu projeto e pediu que eu me juntasse aos outros. Fiquei lá com cara de boba sem saber o que fazer, esse negócio de tv no início é complicado.
Fiquei feliz por minhas amigas de seleção, Mariana Reis e Mariana Prado terem entrado junto comigo, mas a Magali não foi chamada. Nossa foi uma pena na hora, eu estava torcendo por ela.
Terminada a gravação, ficamos mais umas duas horas no estúdio recebendo as recomendações da produção. Nesse meio tempo é que percebemos que havia sido selecionado um casal para o programa, porém de forma não intencional. Era o Pedro e a Kika, recém-casados na época. Que casal inteligente viu, entraram juntos, mas por áreas e projetos completamente distintos. Confesso que todos ficaram pensando como seria ter um casal no Aprendiz.
As recomendações que recebemos foram as que eu comentei num post passado no link Curiosidades sobre o Aprendiz 4, ou seja, levar malas para três meses, não levar aparelhos eletrônicos, telefones, todo dinheiro seria confiscado, nada de contato com a família, perda da liberdade, enfim, tudo aquilo.
Depois dessas horas, fomos levados à outra sala para conversar com os advogados da Rede Record sobre o contrato que deveríamos assinar. Confesso que foi assustador viu, um contrato enorme de 40 páginas. Não esqueço da expressão e reação de cada um. Naquele momento, já deu pra ter uma idéia da personalidade dos candidatos.
Eu sentei ao lado da Renata e ficamos lendo o contrato juntas e tirando dúvidas uma da outra. O Braga ficou tirando fotos com o celular de cada página do contrato, pois não podíamos levar uma cópia. O Tiago, advogado que é, ficou contestando cada palavra. O Edu ficou reclamando e disse que não ia ler porcaria nenhuma, rsrsrs. O Márcio também foi engraçado, ele disse pra todos assinarem de uma vez já que queriam participar mesmo, nem adiantava ler tudo aquilo. O Edson e a Mariana Reis ficaram bem calmos lendo tudo.
Assinei o contrato e liguei de um orelhão dentro da Record pro Marcelo me buscar, já que a bateria do celular tinha acabado. Saí de lá e fui pro hotel, completamente sem fome e sem noção, meio boba com tudo aquilo. Liguei pra todo mundo da minha família e contei a novidade, todos ficaram radiantes. Só eu que estava assustada mesmo! Quando fui fazer o check-out no hotel é que percebi que o Braga estava no mesmo lugar que eu! Depois descobri que a Magali também estava nesse hotel…
Ficamos sabendo que a Kika não entraria no programa só no primeiro dia de confinamento, quando a Magali chegou ao fim do dia, toda apressada pois o avião dela havia atrasado de novo.
Agora vou continuando essa história aos poucos, comentando o confinamento, as tarefas, as vitórias, recompensas e derrotas. Fiquem a vontade para fazer perguntas!

Abraços

Luisa Gontijo

mai 5th, 2008 | Filed under aprendiz 4
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Etapa final do Aprendiz 4 – parte 2

Entramos no estúdio e sentamos. Era como uma arquibancada e eu sentei lá em cima, do lado da Magali. Lá estavam também as filhas do Roberto Justus para ver a escolha os próximos aprendizes.
Na nossa frente, um enorme cartaz com o slogan do Aprendiz 4 – O Sócio e uma mesa com três lugares. Estava muito frio lá, esses estúdios de tv são gelados! A Magali pediu para que eles abaixassem um pouco o ar condicionado.
Dessa vez aguardamos pouco tempo. Logo chegou o Walter Longo e o Ricardo do Sebrae. O Justus entrou logo em seguida, mas não sentou. Disse um “boa tarde” a todos e se posicionou em uma câmera para gravar o início da seleção. Na tv ninguém precisa decorar nada, pois o texto passa de acordo com a fala da pessoa numa tela logo abaixo da câmera (agora me fugiu o nome disso).
O Roberto gravou várias vezes essa chamada e disse que quem entrasse no programa tinha que se acostumar com isso. Após essa gravação, ele sentou-se à mesa junto com os conselheiros e iniciou o processo de seleção.
Ninguém sabia o que ia acontecer lá, só estávamos com o plano de negócio detalhado do projeto na mão, já que na primeira etapa ele pediu para que algumas pessoas levassem esse plano depois.
Foi quando ele disse que ainda tinha dúvidas que precisava esclarecer para acabar de escolher os candidatos. Assim, ele começou a chamar algumas pessoas para fazer perguntas. Ele chamava o candidato, pedia que ele se levantasse, fazia a pergunta e a gente passava o microfone para ele. O coração ficava pulando imaginando se ele ia me chamar.
Lembro que o Walter Longo fez uma pergunta pra Mariana Reis, o Justus perguntou pro Edson, pra Mariana Prado, pro rapaz aqui de Uberaba, o Gustavo e no fim sobrou pra mim também. O Justus me perguntou o que eu pretendia com o meu projeto e porque entrar no programa para promovê-lo. Então eu levantei da cadeira, tropeçando pra variar, peguei o microfone e respirei fundo.
Eu respondi que atuar na área médica e na engenharia era uma forma de contribuir com o desenvolvimento tecnológico do país e de ajudar um pouco na automatização de processos da saúde brasileira. Acho que minha resposta foi satisfatória.
Nem todos foram questionados. Depois do bombardeio, O Roberto Justus pediu que todos se retirassem da sala e aguardassem no camarim. Passamos pela mesa deles e deixamos os planos de negócios, apesar de que naquela altura eles não seriam analisados.
Mais espera…

Abraços!!

Luisa

mai 4th, 2008 | Filed under aprendiz 4
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Etapa final do Aprendiz 4

Depois da etapa do Rio de Janeiro, nos enviaram alguns testes e questionários elaborados pelo Sebrae para traçar nosso perfil. Respondi a todos com muita calma e tentando ser sensata, pois é difícil avaliar a si mesmo.
Nesse meio tempo, recebi um telefonema do Sebrae, se eu não me engano foi o próprio Fernando Gameleira quem ligou, pedindo para que eu chegasse a São Paulo um dia antes para fazer uma entrevista no Sebrae. Ainda bem que eu não tinha comprado a passagem e nem reservado o hotel. Aliás, que despesa viu, tem que acreditar muito mesmo, pois não tem como não gastar além da conta.
Cheguei a São Paulo e fui ao Sebrae. Logo na entrada da sala encontrei a Magali, mas não tive tempo de conversar com ela, pois fui chamada para a entrevista.
É uma avaliação muito séria que avalia principalmente o perfil empreendedor do candidato com uma série de perguntas sobre sua vida, trabalho e situações diversas. Algumas coisas são muito difíceis de responder, mas acho que passei bastante segurança pra entrevistadora. Saí de lá com a mente cansada, esse processo é um pouco desgastante. Pra compensar, fui passear à noite com o Marcelo na Famiglia Mancini, adoro comida italiana. Ficamos conversando e criando hipóteses pro dia seguinte, pois eu não fazia a menor idéia de como seria essa seleção. Só sabia que seria a última etapa.
Acordei, me arrumei e fui pra Rede Record. Logo na entrada encontrei várias pessoas, como o rapaz aqui de Uberaba que havia passado também, chamado Gustavo e a Mariana Prado, minha amiga também até hoje.
Dessa sala da entrada fomos encaminhados pro camarim. Foi um momento bem legal também, pois como ficamos bastante tempo esperando, foi possível que todos os candidatos conversassem e se conhecessem melhor. Uns ficavam no camarim, outros no corredor. Nesse dia conversei muito com a Magali e as Marianas.
Ficamos um tempão lá, naquela ansiedade. Levaram lanche pra todos, pois chegou a hora do almoço e nada! De repente chega a Maria Cândida com uma câmera para fazer entrevista com todos.
Aí que eu percebi minha situação, minha nossa, eu estava na tv! Sendo entrevistada pela Maria Cândida! Ela montava grupos de três pessoas e fazia perguntas diferentes para cada um. Todos participaram.
Depois chega o pessoal da produção, manda a gente encostar numa parede e tira foto de cada um. E todos lá esperando pra sempre…Meu celular acabou a bateria.
Finalmente, chamam todos pro estúdio… Continuo no próximo post!

Abraços!

Luisa

mai 2nd, 2008 | Filed under aprendiz 4
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Curiosidades sobre o Aprendiz

Vou abrir um parêntese agora na história da seleção para responder algumas perguntas feitas pela Sueli Costa. Obrigada pela participação, Sueli!
O confinamento no Aprendiz é algo realmente sério e rígido. Quando eu passei na etapa final, tive somente uma semana para resolver minha vida e arrumar minhas coisas.
A produção, assim que acaba a seleção, conversa com os 16 que vão entrar explicando que devemos resolver nossas coisas, pedir licença ou demissão do trabalho, arrumar suprimentos como roupas e coisas pessoais suficientes para pelo menos três meses, deixar alguém responsável por pagar nossas contas, enfim, falam que você têm que levar tudo o que precisa e que não existe a menor possibilidade de contato com o mundo que você vive, amigos, família, trabalho, em hipótese alguma.
Confesso que fiquei assustada. A coisa é tão séria que nessa única semana que temos para resolver a vida, a produção liga algumas vezes explicando tudo de novo e perguntando se realmente estamos dispostos a passar por isso, pois a barra é pesada.
Não é fácil mesmo viu! Correria, despedidas, alegria, tristeza, documentos, contas, comprar roupas, comprar malas, fazer estoque de coisas pessoais, pedir demissão, sumir do mapa, tudo em uma semana.
Eu levei nove malas, foi o recorde! E tive várias coisas confiscadas, como documentos pessoais, cartão de crédito, dinheiro, cheque, celular, aparelhos eletrônicos, bebida alcoólicas e livros sobre gestão. Lá dentro não é permitido qualquer contato com o mundo exterior e você nem pode ter dinheiro próprio. Então Sueli, respondendo sua pergunta, celular nem pensar! Tudo confiscado.
Sobre as tarefas, geralmente tinha horário determinado, que era na maioria das vezes entre 08:00 e 22:00. Após esse horário, era proibido falar sobre tarefa, nós inclusive éramos vigiados para não fazer isso. Se cada um quisesse continuar sozinho no seu quarto ao invés de dormir, aí eles não podiam controlar. E era isso que a maioria fazia viu, pois a cabeça não parava. Uma exceção foi a tarefa do Hotel, que era 24 hrs, por isso essa foi de matar!
Com relação à eliminação, podemos voltar para casa logo após, não é necessário continuar confinado, apesar de eles avisarem que isso poderia ocorrer sim. No meu caso, quando fui demitida só fiquei uma semana em casa, pois logo tive que voltar para ajudar na última tarefa.
Pra terminar, vou falar sobre as dicas para ir bem na seleção do programa. Primeiro de tudo é acreditar em você, por mais que isso pareça clichê. As pessoas que nos avaliam sabem quando estamos seguras e isso conta muito. É natural ficar nervosa sim, claro, mas dá pra diferenciar nervosismo de insegurança.
Outra coisa é não se intimidar por câmeras e pessoas importantes como o Roberto Justus. Se você pensar na grandiosidade da coisa, é batata que vai ficar nervosa. Quando eu estava apresentando meu projeto, fingi que estava na faculdade apresentando um trabalho pros meus amigos, com muita naturalidade, mas sem esquecer da importância do que estava fazendo.
E sem dúvida você tem que estar preparada em todos os sentidos: psicologicamente, culturalmente, pessoalmente e profissionalmente. É necessário ter noção do mercado, ter uma cultura geral boa, ler jornais, estar informada, ter experiência de trabalho (nem que seja pouca), ter espírito empreendedor, coragem e muito sangue frio pra tolerar a pressão.
Depois vou escrever mais sobre essas dicas!

Luisa

mai 1st, 2008 | Filed under aprendiz 4
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Primeira etapa do Aprendiz 4 – parte 2

Bom, depois que me chamaram, despedi de todos, recebi vários “boa sorte” e saí da sala. Então uma pessoa da produção me levou até uma porta, disse pra eu não passar na fita marcado no chão da sala, contar cinco segundos e entrar.
Quando abri a porta veio a surpresa. Vi na minha frente uma luz muito forte, uma equipe enorme de câmeras, um telão com a apresentação que eu tinha preparado e uma banca com três pessoas.
Um deles eu não conhecia, depois fiquei sabendo que era do Sebrae. Os outros dois nem precisa comentar, né? Roberto Justus e seu fiel escudeiro, Walter Longo.
Dei aquela parada básica na porta olhando tudo aquilo e pensando o que eu estava fazendo lá! Silêncio total, mórbido…
Deu alguns passos em direção ao telão e me virei de frente pra eles. Os três estáticos olhando pra mim, que situação!
Aí engatei a primeira e comecei. Falei bem alto, hehehe, pelo menos naquele dia ninguém reclamou. Expliquei meu projeto exatamente no tempo previsto e falei tudo que tinha planejado, com muita calma.
Quando terminei, deu aquela pausa até que o Justus quebrasse aquele momento com um comentário de que o projeto era bem interessante. Ufa, que alívio! Eles começaram a falar, conversar entre si, então eu pensei que o pior já tinha passado. Bobinha eu. Foi aí que começou um bombardeio de perguntas sobre minha profissão, meus projetos, o porquê de participar e viabilidade do projeto. Nossa foram vários questionamentos e críticas boas e ruins. Respondi tudo com muita calma e segura do que estava falando.
Passado isso, um silêncio de novo. Ai! Aí veio mais uma pergunta do Justus: você largaria tudo para entrar no Aprendiz? Como vai fazer com o seu trabalho?
Eu respondi que estava preparada, segura do que estava fazendo e tinha certeza que teria o apoio da empresa. Depois disso ele me chamou para perto da banca, disse que eu já estava na próxima etapa e me entregou um papel. Eu fiquei rindo à toa! Agradeci a todos e saí da sala.
Atrás da porta estava a Vivi Ventura com uma câmera perguntando o resultado. Então eu disse: passei!!! Nossa uma graça de pessoa ela, ficou lá comemorando comigo! Olha só esse momento.

Seleção do Aprendiz 4 - Luisa Gontijo e Vivi Ventura
O Marcelo estava lá me esperando também com aquele sorriso no rosto. Que momento legal aquele, não vou esquecer mais. A próxima etapa seria em São Paulo daqui uma semana, na Rede Record. Nossa, mais uma viagem!
Senti alívio e ansiedade naquele momento, sem contar a curiosidade de saber se os outros haviam passado.
Fui comemorar bebendo margueritas no Outback. No próximo post continuo falando da etapa final!

Abraços!!!

Luisa

abr 30th, 2008 | Filed under aprendiz 4
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Primeira etapa do Aprendiz 4

Continuando a saga para o Aprendiz 4 – O Sócio, vou falar hoje da primeira etapa da seleção.
Fui ao Rio de Janeiro e aproveitei para visitar meu pai. Antes de ir para o Hotel Intercontinental, dei uma repassada na apresentação, pois não podia passar de três minutos de jeito nenhum. No caminho entre Botafogo e São Conrado, fiquei pensando se o Roberto Justus estaria lá ou não. De qualquer forma, eu estava preparada e segura, pois a presença dele não iria me intimidar.
Meu namorado, Marcelo, foi comigo, me dando força, apoio, um fofo ele. Esteve o tempo todo do meu lado.
No corredor do hotel havia um stand com o pessoal da produção do Aprendiz. Enquanto estava lá distraída entregando os documentos, o Marcelo viu o Justus entrando numa sala. Não é que ele estava lá mesmo? Mas eu não fiquei nervosa não, estava bem tranqüila.
Deixaram a gente em uma sala separada. Tinha muita gente boa lá, competente, com bons projetos. Conversei com a maioria e todos estavam bem ansiosos. Vou mostrar umas fotos pra vocês dessa hora.

Seleção do Aprendiz 4 - O Sócio Seleção do Aprendiz 4 - O Sócio

Conheceram a garota ao meu lado? A Mariana Reis foi a pessoa que mais conversei naquele dia. Ela é muito cativante, chamou a atenção de todos lá. Aliás, a gente sempre se fala, é uma amiga muito querida. Quem não apareceu na foto e estava lá também é uma gaúcha muito inteligente que vocês conhecem também, a Magali. Ela chegou atrasada e tinha que ir embora logo por causa do horário do vôo. Conversamos muito lá também, ela é muito segura, firme, e aquele sotaque é um barato. Saudade dela, a Maga me dava muito apoio, muitos conselhos, ela me ajudou muito. Por incrível que pareça, foram as duas pessoas que mais conversei e me identifiquei.
O engraçado era quando chegavam à sala e colocavam a lapela em alguém. Aí todo mundo olhava pro coitado e pensava o que iria acontecer com ele. Pessoal muito unido que estava lá, desejando boa sorte e dando apoio. O difícil é que você conhece, torce pelas pessoas e quando terminava a apresentação, não deixavam o candidato voltar para a sala que a gente estava. Ele tinha que passar reto e ir embora, não podia contar nada.
Essa menina que está com fantasia, a Jeanny, era muito simpática, alegre e disse que ia fazer uma apresentação muito diferente (pela roupa dava pra perceber né!). Quando ela foi apresentar, ficamos todos torcendo lá na sala. Quando ela saiu, abriram a porta da sala e ela entrou pra pegar a bolsa. A produção não deixou ela falar com a gente, mas ela fez sinal que não tinha passado. Aí nessa hora todo mundo aplaudiu, foi emocionante.
De repente chegou minha vez. Colocaram a lapela em mim e mandaram aguardar. E então…continuo no próximo post, galera!

Abração!!!

Luisa

abr 24th, 2008 | Filed under aprendiz 4
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